Polícias Militar, Civil e Bombeiras realizam operação em Patos, Malta, Condado, São Bentinho, Pombal e Paulista para prender criminosos que planejavam matar três policiais

Polícias Militar, Civil e Bombeiras realizam operação em Patos, Malta, Condado, São Bentinho, Pombal e Paulista para prender criminosos que planejavam matar três policiais

Por Edmilson Pereira - em 4 meses atrás 266

Ação em conjunto das polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros(Forças de Segurança), deflagraram nesta sexta-feira (03) uma Mega Operação denominada de Mãe D’água III, nos municípios de Patos, Malta, Condado, São Bentinho, Pombal e Paulista, com o objetivo de reprimir e desestruturar uma organização criminosa que era responsável pela comercialização de drogas ilícitas e execução de pessoas nessa região.

A operação policial teve que ser antecipada para evitar a execução de dois policiais militares e um civil, pela Associação Criminosa, que age com muita crueldade com suas vítimas. A ORCRIM já havia executado um policial militar no município de Malta no ano passado, e planejava a morte de outros. Recentemente o grupo criminoso executou um indivíduo em Malta, crime esse que foi registrado através de imagens de um circuito de câmeras.

Participaram da operação mais de 100 policias das Forças de Segurança, que se dividiram no cumprimento dos mandados judiciais nas áreas objeto de repressão. O trabalho policial foi coordenado pelo Del. Cristiano Jacques, Del. Paulo Enio e Alba Abrantes (PC), Cel. Rubens Campos e Cel. Esau (PM) e Cel. Saulo Laurentino(BM).

Foram presas 13 pessoas. Na fase anterior da Operação já haviam sido presas 13 pessoas, e com a continuidade das investigações a polícia pôde chegar até o restante do grupo(liderança, fornecedores…), totalizando 26 pessoas presas durante a investigação. Foi apreendido armas, drogas (cocaína e crack) e outras provas que serão usadas para lastrear as investigações.

O grupo era extremamente violento e gostava de ostentar armas e suas drogas nas redes sociais. As investigações perduraram por cerca de 3 meses, e a polícia civil apura ainda, a participação de outros possíveis integrantes da ORCRIM.

Segundo o Del. Cristiano Jacques, superintendente da 3ª SRPC, a Organização Criminosa era muito organizada, apresentando uma distribuição de tarefas para seus membros e o emprego de muita violência contra seus adversários e policiais que a combatesse. Mas as polícias deram um basta na situação e prenderem a associação criminosa no dia de hoje ponto fim a essa onda de crimes realizadas pela ORCRIM na região.

Fonte: Paraíba Notícia e Assessoria de Imprensa da Policia Civil